terça-feira, maio 23, 2006

Maçonaria & "O Código Da Vinci" (DMS)

O teólogo ortodoxo Andrei Kuraev, um dos mais conhecidos teólogos ortodoxos russos, acusa a maçorania de financiar a promoção da novela de Dan Brown "O Código Da Vinci" e da sua adaptação cinematográfica, realizada por Ron Howard.
"O que se está a passar em torno dessa novela só pode ser classificado de mais um ataque massivo na secular "guerra fria" entre a maçonaria e a Igreja Católica" - declarou o diácono Andrei Kuraev, professor da Academia Teológica Ortodoxa de Moscovo, acrescentando que "na campanha publicitária em torno do livro do senhor Brown deixou-se revelar uma estrutura maçónica concreta que actua no nosso mundo".
"A campanha de publicidade que acompanhou, primeiramente, a publicação do livro e, agora, a sua versão cinematográfica demonstra que nesse projecto foram injectados enormes meios e recursos" - continua o sacerdote ortodoxo.
Sublinhando que "não vê a mão dos maçons por detrás de tudo o que ocorre na vida", Kuraev garante que "seria uma idiotice ignorar a presença dessas estruturas de élite herméticas na sociedade, desde o século XVIII e até aos nossos dias" e considera que um dos principais objectivos da maçonaria consiste em "marginalizar a Igreja Cristã tradicional" e que "se trata de uma obra conspirológica, cuja ideia consiste em que o mundo é governado por lojas secretas".
O filme "O Código Da Vinci" tem suscitado na Rússia violentas críticas do clero ortodoxo, muçulmano e hebraico, mas as autoridades não optaram pela proibição do filme, como foi feito na Bielorrússia.

Retirado do blogue: Da Rússia

Este é mais um argumento que mostra o quão disparatado, ridículo e ofensivo é o filme.

4 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Curioso e inquietante. Não terá a Maçonaria mais nada que fazer senão preocupar-se com as crenças dos outros? Já que defendem a liberdade e a fraternidade e todos esses bonitos valores, ponham-nos em prática! Sejam homens!

João Magalhães Ribeiro

9:34 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Eu cá penso que é um pouco conspirativo. Mas vindo da maçonaria, nunca se sabe.

Tiago Popular

9:36 da tarde  
Anonymous Ana Pereira said...

Considerar o Código da Vinci um filme ofensivo é um exagero. Cristo foi uma figura pública e é, essencialmente, a sua vida pública que conhecemos. Fazer extrapolações acerca da sua vida privada, da forma suave como Dan Brown faz, parece-me tudo menos ofensivo. E para uma católica,como eu sou, parece-me até que Cristo sai beneficiado com este livro. Temos um Cristo mais próximo dos seus irmãos homens, tal qual o seu pai quis quando o mandou para junto de nós. Temos um Cristo que sentiu como um homem, que amou como um homem. Em que é que isto é ofensivo? Parece-me que toda esta celeuma em torno do livro serve apenas para pensarmos que, se calhar, não estamos assim tão longe dos fanáticos muçulmanos que queimam livros, matam pessoas e iniciam cruzadas em nome de um Deus ofendido.

12:49 da tarde  
Anonymous "O louco" said...

Bem! Eu vou fazer de conta que não sou católico, já que as modas da ficção actual assim postulam o "faz-de-conta". Há que estar na moda.

SOU UM LOUCO.
Falando de fundamentalismo. Fundamentalismo...fundamento... princípio... Pressuposto.
Eu, como não sou católico, como sou um louco, não tenho pressupostos, sou um instante não determinado pelo estado do instante anterior. Sou tudo, sou nada! Sou caos! Sou mera fruição, sem conduta. Um condutor sem carta, sem fundamento de regra. Sou um Não Fundamentalista. Pois fundamentalistas são aqueles que fundam a moral sobre...fundamentos, princípios, dogmas. Princípios imutáveis ao ser humano (como sou louco nada disso tenho). Para mim, a relação entre o valor do amor e o valor da vida é igual à relação entre o nada e coisa alguma, porque nada é pressuposto...nada é fundamento. NÃO SOU FUNDAMENTALISTA...SOU LOUCO.

SOU O CRISTO VERDADEIRO HOMEM, "próximo do meu irmão homem", que na minha vida pública escondo o fundamento da minha vida - A FALTA DELE. Sou o Cristo louco, apoteótico das paixões. Homem verdadeiro homem. NÃO SOU FUNDAMENTALISTA, pois em mim não existe sequer o pressuposto trinitário da minha existência. NÂO SOU DEUS, não sou Cristo-Deus, pois este é luz da luz, consubstancial ao pai, fundamento de si mesmo.
Sou o Cristo niilista, não fundamentado.

NÃO SOU FANÁTICO! Pois esses são Fundamentalistas!


Ana Pereira - Com todo o respeito, sejamos fanáticos, com fundamentos de amor. Reveja o seu catolicismo urgentemente!

7:50 da tarde  

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